Destaques – 13 a 19 de junho de 2026
Governador de Minas diz que prefeituras terão até setembro para renovar contratos com a Copasa após a privatização. Ilegalidade flagrante?
Com só 3% dos contratos renovados, Copasa fará nova investida às prefeituras após privatização
Gestores municipais da Bacia do Rio Doce denunciam o contrato que chega pronto e que leva embora o futuro
TCE-MG tem a responsabilidade de barrar a privatização da Copasa e as violações de Zema
Executivos da Aegea admitem propina de R$ 30 milhões a deputado Juarez Costa, ex-prefeito de Sinop-MT
Delações envolvendo a maior empresa privada de saneamento do país reacendem debate sobre transparência nas PPPs
Com a Iguá Sergipe população sofre com falta de água; multas chegam a R$6 milhões
Sergipe: concessionária privada prejudica campanha à reeleição do governador
Tarcísio usa Sabesp para sondagem eleitoral irregular
Polícia Civil decreta sigilo em investigação sobre explosão no Jaguaré
Sabesp demite dois funcionários e suspende sete por vazamento de gás no centro de São Paulo
Água: Uma ameaça ronda São Carlos
Ex-prefeito de São Carlos faz alerta contra privatização da água na cidade
Conselho das Cidades aprova moções sobre saneamento
Além das enchentes: obra de piscinão causa transtornos para moradores e comerciantes no Capão Redondo, na capital paulista
Fórum das Águas participa da Noite Ecológica em Manaus
Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra
Inglaterra: A estatização da Thames Water pode estar próxima; governo britânico se opõe ao acordo de resgate proposto pelos credores
Na França, prosseguem as batalhas pela prestação pública
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GOVERNADOR DE MINAS DIZ QUE PREFEITURAS TERÃO ATÉ SETEMBRO PARA RENOVAR CONTRATOS COM A COPASA APÓS A PRIVATIZAÇÃO. ILEGALIDADE FLAGRANTE?
O governador Mateus Simões (PSD) disse, nesta terça-feira (16/6), em São Paulo, na Bolsa de Valores (B3), após a cerimônia que oficializou a desestatização da Copasa, que, finalizado o processo de privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), as prefeituras que ainda não renovaram ou firmaram contratos com a empresa terão até setembro para formalizar novos vínculos.
É de se perguntar em que bases legais estes novos contratos e tais renovações de contratos de delegação acontecerão, já que a Copasa terá status de empresa privada, deixando de ser uma sociedade de economia mista, e, portanto, se aplica a lei n. 8.987/1995 que rege o regime de concessão da prestação de serviços públicos e exige a licitação para que o poder público transfira a execução de serviços à iniciativa privada.
COM SÓ 3% DOS CONTRATOS RENOVADOS, COPASA FARÁ NOVA INVESTIDA ÀS PREFEITURAS APÓS PRIVATIZAÇÃO
Segundo matéria de 17 de junho no jornal “O Tempo”, apenas 22 prefeituras avançaram com a ampliação dos tratados junto à empresa antes da venda ao Grupo Equatorial. Oficialmente privatizada, a Copasa foi negociada com o Grupo Equatorial sem conseguir alavancar a renovação de contratos com os 636 municípios mineiros com os quais possui vínculos para o abastecimento de água.
Diz o jornal que a Copasa vem buscando renovar contratos desde janeiro último. A empresa vem se reunindo com prefeitos em uma estratégia de aproximação e para tentar ampliar os vínculos. Porém, as negociações não avançaram como desejado, apesar da companhia ter conseguido ampliar, até 2073, a prestação de serviço com Belo Horizonte.
A renovação do contrato com a capital mineira está sendo questionado na justiça por inobservância das exigências legais cabíveis.
Leia a matéria de “O Tempo”.
GESTORES MUNICIPAIS DA BACIA DO RIO DOCE DENUNCIAM O CONTRATO QUE CHEGA PRONTO E QUE LEVA EMBORA O FUTURO
Em documento aberto gestores municipais da Bacia do Rio Doce explicam por que a minuta da COPASA enviada aos prefeitos não pode ser assinada como veio, embasado em consistente parecer jurídico.
Os gestores defendem que a solução consorciada devolve ao município o controle do seu próprio futuro e denunciam que a minuta de contrato com a Copasa não é neutra. Pois nasce da desestatização e para a desestatização e que as proteções do cidadão sumiram do texto.
Leia aqui a íntegra do documento.
TCE-MG TEM A RESPONSABILIDADE DE BARRAR A PRIVATIZAÇÃO DA COPASA E AS VIOLAÇÕES DE ZEMA
O Sintaema – SP acompanha, alerta e indignado, os rumos que o governo Romeu Zema pretende impor ao saneamento de Minas Gerais. O que está em curso não é apenas a venda de uma empresa pública. Trata-se da entrega de um patrimônio estratégico construído ao longo de décadas pelo povo mineiro e por gerações de trabalhadores e trabalhadoras da Copasa.
O processo avança cercado por denúncias, questionamentos jurídicos e suspeitas que até agora não foram devidamente esclarecidas. Em vez de responder às dúvidas da sociedade, o governo acelera uma operação que vai transferir o controle de uma das maiores companhias de saneamento do país para interesses privados.
EXECUTIVOS DA AEGEA ADMITEM PROPINA DE R$ 30 MILHÕES A DEPUTADO JUAREZ COSTA, EX-PREFEITO DE SINOP-MT
O deputado federal Juarez Costa (Republicanos-MT) é acusado de receber R$ 30 milhões e uma BMW para facilitar negócios da Aegea, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, no período em que comandava a prefeitura de Sinop (2009 a 2016), polo do agronegócio do Mato Grosso. Procurado pelo Metrópoles, Costa não comentou o assunto.
As acusações foram feitas por cinco executivos da companhia em acordos de colaboração premiada firmados com o Ministério Público entre 2020 e 2021 aos quais o portal Metrópoles teve acesso. Os termos foram homologados em 2025 pelo ministro Raul Araújo, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que se negou a atender petição do Ondas para levantar o sigilo que envolve a homologação das delações e o acordo de leniência.
DELAÇÕES ENVOLVENDO A MAIOR EMPRESA PRIVADA DE SANEAMENTO DO PAÍS REACENDEM DEBATE SOBRE TRANSPARÊNCIA NAS PPPS
Informações divulgadas pelo Metrópoles dão conta que que cinco ex-executivos da Aegea apontaram supostos pagamentos que somariam R$ 63 milhões entre 2010 e 2018 em contratos públicos relacionados ao setor de saneamento.
A empresa atua em 890 municípios brasileiros e atende cerca de 39 milhões de pessoas. Entre os relatos divulgados pela imprensa estão acusações de supostos pagamentos de R$ 30 milhões e a compra de um carro BMW avaliado em R$ 330 mil à época.
Para o presidente do Sindágua-MS, Lázaro Godoy Neto, a gravidade das informações reforça a necessidade de transparência, fiscalização e ampla divulgação dos fatos para que a sociedade conheça os detalhes envolvendo concessões e PPPs no setor.
COM A IGUÁ SERGIPE POPULAÇÃO SOFRE COM FALTA DE ÁGUA; MULTAS CHEGAM A R$6 MILHÕES
No primeiro ano da concessão, a Agência Reguladora de Serviços Públicos de Sergipe (Agrese) já aplicou multas que totalizam cerca de R$ 6 milhões à Iguá Sergipe devido a graves intermitências, vazamentos e descumprimento de prazos regulatórios.
As fiscalizações da Agrese apontaram irregularidades em diversos municípios como Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, Itabaiana, Campo do Brito e Graccho Cardoso. [1, 2]
Para contornar a crise, a Iguá firmou um termo de ajustamento com o Ministério Público e a Agrese que prevê investimentos de R$ 32 milhões e o parcelamento automático, sem juros ou multas, de faturas retidas durante os períodos de desabastecimento. Além disso, a cobrança da tarifa mínima foi suspensa temporariamente.
Leia análise do site Mangue Jornalismo.
SERGIPE: CONCESSIONÁRIA PRIVADA PREJUDICA CAMPANHA À REELEIÇÃO DO GOVERNADOR
No último 1º de maio, a Iguá Saneamento completou um ano de atuação em Sergipe sob uma série de críticas, reclamações e crescente insatisfação da população
A crise de desabastecimento envolvendo a Iguá Saneamento em Sergipe tornou-se o principal desgaste político do governador Fábio Mitidieri (PSD) nas eleições. Com as constantes reclamações de torneiras secas, a oposição tem usado o problema como principal pilar contra sua possível reeleição.
TARCÍSIO USA SABESP PARA SONDAGEM ELEITORAL IRREGULAR
Sabesp do governador Tarcísio de Freitas inovou: além do serviço ruim, agora usa a empresa para sondagem eleitoral irregular. Estão perguntando se você é lulista e em quem vai votar para governador, tudo sem registro no TSE.
O deputado Federal Rui Falcão (PT-SP) acionou a Procuradoria Eleitoral de SP para barrar esse abuso de poder econômico. O governo Tarcísio privatizou a Sabesp, mas esqueceu que ela ainda é uma concessionária pública, não um comitê de campanha.
POLÍCIA CIVIL DECRETA SIGILO EM INVESTIGAÇÃO SOBRE EXPLOSÃO NO JAGUARÉ
A Polícia Civil de São Paulo decretou sigilo na investigação da explosão que deixou dois mortos e feridos em maio no Jaguaré, na zona oeste da capital. O responsável pela apuração impôs sigilo devido à “complexidade dos fatos investigados”, disse a Secretaria de Segurança Pública estadual. A SSP-SP informou que ainda fará diligências policiais pendentes, produzirá provas periciais, ouvirá testemunhas e vítimas, e analisará eventual responsabilização de pessoas físicas e jurídicas. Eles também afirmaram entender ser preciso preservar a “efetividade das investigações”. Ontem, a Polícia Civil recebeu o laudo da explosão elaborado pela Polícia Técnico-Científica, cujo conteúdo não foi divulgado.
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SABESP DEMITE DOIS FUNCIONÁRIOS E SUSPENDE SETE POR VAZAMENTO DE GÁS NO CENTRO DE SÃO PAULO
A Sabesp anunciou nesta segunda-feira (15) a demissão de dois funcionários e a suspensão de outros sete após concluir a apuração interna sobre o vazamento de gás provocado durante uma obra emergencial da companhia no bairro da República, região central de São Paulo.
Segundo a empresa, os nove trabalhadores foram responsabilizados por descumprimento de protocolos de segurança na ocorrência registrada em 4 de junho, quando uma intervenção na rede de água atingiu uma tubulação da Comgás.
Caso exemplar de culpabilização do mordomo: os trabalhadores, elo mais fraco, levam a culpa e, a gestão privatizada da Sabesp, que demitiu trabalhadores experientes e intensificou a terceirização de seus serviços sai incólume.
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ÁGUA: UMA AMEAÇA RONDA SÃO CARLOS
Para pressionar a cidade paulista, programa estadual de privatização do saneamento tem um ardil: estudos questionáveis de falhas no serviço. Dados refutam a narrativa. Busca obsessiva de lucros destrói o setor. Caso Sabesp é emblemático.
Leia artigo de Carolina Stella Gonçalves e Lucas Henrique Araujo.
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EX-PREFEITO DE SÃO CARLOS FAZ ALERTA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA NA CIDADE
O ex-prefeito de São Carlos, Newton Lima, em vídeo nas redes sociais, faz duras críticas ao projeto de privatização dos serviços de água e esgoto do governador Tarcísio de Freitas por meio do programa “Universaliza São Paulo”. Lima afirma que a população precisa ficar alerta diante do risco de concessão do saneamento básico em cidades que possuem serviços autônomos, como São Carlos, onde o abastecimento e o esgoto são administrados pelo SAAE.
O ex-prefeito também criticou o processo de privatização da Sabesp e alegou que a promessa de que não haveria aumento nas tarifas de água já teria sido desmentida pela realidade. Newton Lima relembrou sua gestão à frente da Prefeitura e afirmou que, durante os oito anos de governo, o SAAE conseguiu universalizar o abastecimento de água e o tratamento de esgoto, além de realizar obras de interligação de poços e a construção da estação de tratamento de esgoto da cidade.
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CONSELHO DAS CIDADES APROVA MOÇÕES SOBRE SANEAMENTO
A 60ª Reunião Ordinária do ConCidades aprovou duas importantes moções voltadas ao saneamento básico: uma em defesa da participação do Conselho na revisão do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e outra que repudia o descumprimento da Lei da Tarifa Social de Água e Esgoto.
O coordenador de Comunicação do ONDAS, Marcos Montenegro, participou do encontro fazendo em 18/06 uma apresentação na reunião do ConCidades com o tema “Privatização, financeirização e oligopolização dos serviços de água e esgoto”, que se baseou nas pesquisas realizadas no âmbito de projeto do ONDAS em parceria com a Fiocruz, coordenado pelo professor Léo Heller, cujos resultados estão sendo apresentados em livro com publicação esperada para dezembro próximo.
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ALÉM DAS ENCHENTES: OBRA DE PISCINÃO CAUSA TRANSTORNOS PARA MORADORES E COMERCIANTES NO CAPÃO REDONDO, NA CAPITAL PAULISTA
Casas vizinhas têm sofrido com rachaduras e estilhaços de explosões por obra de piscinão na Avenida Ellis Maas, em São Paulo. Enchentes na região também foram intensificadas.
Segundo o engenheiro civil, Ricardo Moretti, membro do ONDAS, um piscinão é construído quando a cidade se expande sem respeitar os ritmos da natureza e desconsidera a importância das áreas de várzea que cumprem mais ou menos o mesmo papel do piscinão.
“Quando o rio fica cheio e transborda, a calha maior do rio enche espaços que ficam no entorno desse rio, com o tempo, devagarinho essas lagoas vão retornando ao leito, como se fosse uma esponja”, diz o engenheiro.
“Quando se impermeabiliza tudo, inclusive as várzeas, é perdida a capacidade da água se espalhar e descer devagarinho para baixo. Com isso começam a acontecer grandes processos de enxurradas, alagamentos, inundações etc.”
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FÓRUM DAS ÁGUAS PARTICIPA DA NOITE ECOLÓGICA EM MANAUS
Em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Comissão de Ecologia Integral da Arquidiocese de Manaus realizou a Noite Ecológica no espaço Amigos do Cruzeiro, na Cidade Nova. O encontro foi um momento marcante de partilha e compromisso com o cuidado da nossa “Casa Comum”. O evento foi guiado pelos princípios da Ecologia Integral e vozes diversas em prol da Amazônia. A noite foi enriquecida pela presença de movimentos sociais, comunidades eclesiais de base, pastorais da juventude, ONGs e representantes dos povos indígenas e de universidades.
CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS DE COIMBRA
Está aberta a chamada do simpósio online “Direitos Humanos à Água e ao Esgotamento Sanitário em contexto de crise climática: garantias, violações e resistência”, que será coordenado por Priscila Soraia da Conceição e por Marcelo Nolasco no XI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra de 13 a 15 de outubro de 2026.
O Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra é um espaço acadêmico internacional dedicado à produção científica e diálogo internacional em Direitos Humanos que, desde 2016, vem reunindo pesquisadoras e pesquisadores de diferentes áreas das ciências sociais e jurídicas.
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INGLATERRA: A ESTATIZAÇÃO DA THAMES WATER PODE ESTAR PRÓXIMA; GOVERNO BRITÂNICO SE OPÕE AO ACORDO DE RESGATE PROPOSTO PELOS CREDORES
A secretária do Meio Ambiente do governo trabalhista do Reino Unido, Emma Reynolds, declarou que os consumidores sofreriam um “ônus indevido” com o acordo com o regulador Ofra que pressupõe a capitalização pelos credores de 10 bilhões de libras para salvar da falência a Thames Water, a maior empresa privada de saneamento. O acordo evitaria novas multas por extravasões de esgoto por quatro anos, com os credores assumindo o controle da empresa.
A ministra afirmou em 16/06: “Os clientes da Thames Water têm sido prejudicados por tempo demais, com 15 anos de desempenho insatisfatório, aumento grave da poluição e pagamento das contas. E completou: “Tenho três preocupações específicas… o custo injusto para os clientes, os atrasos em investimentos vitais e os atrasos em melhorias ambientais.”
Na terça-feira, 107 deputados, assinaram uma carta aberta defendendo a rejeição do acordo dos credores da Thames e, a colocação da empresa em um regime de administração especial , uma forma de nacionalização temporária.
Entretanto o GMB, um dos maiores sindicatos da Inglaterra, com 560 mil filiados, afirmou ser um alívio que o governo tenha reconhecido que o acordo “não traria nenhum benefício para os consumidores ou para o meio ambiente”, mas defendeu que a nacionalização temporária não é suficiente e que a renacionalização é a única solução efetiva.
Os sucessivos proprietários privados sobrecarregaram a empresa com 17,6 bilhões de libras em dívidas, que agora está à beira do colapso. O gráfico mostra o crescimento do endividamento (dívida líquida) desde a privatização em 1989.
Caso o governo aprove o acordo de resgate, a Thames passará a ser parcialmente controlada pela Elliott Investments Management, empresa dirigida pelo bilionário Paul Singer, doador de Trump e gestor de fundos de hedge.
Leia a matéria do The Guardian.
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NA FRANÇA, PROSSEGUEM AS BATALHAS PELA PRESTAÇÃO PÚBLICA
A entidade francesa Coordination Île-de-France mantém na sua página na Internet a seção “Batailles pour une gestion publique”, uma fonte qualificada de informações sobre os movimentos da remunicipalização dos serviços de saneamento na França.
O destaque atual é a luta pela reestatização dos serviços de água no Departamento de Seine -Saint-Denis, que faz parte área metropolitana da Grande Paris, com população de 1,7 milhões de habitantes.
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