ONDAS – Observatório dos Direitos à Água e ao Saneamento

Programação das atividades autogestionadas do FAMA Brasil/Dakar 2022

A programação do FAMA 2022 Brasil/Dakar será on-line e prevê oito painéis centrais com o envolvimento de entidades brasileiras e de outros países da América Latina entre os dias 22 e 25 de março, além de atividades autogestionadas (veja abaixo a relação) promovidas por organizações, redes e movimentos que debaterão, durante todos os dias do evento, os mais variados temas que se relacionam com a violação dos Direitos Humanos à Água e ao Saneamento, como a luta das mulheres, o combate à fome, os agrotóxicos e aspectos culturais e religiosos ligados à água.

➡️ Confira aqui a programação  do FAMA 2022 Brasil/Dakar e os links para participar dos debates que acontecerão por meio da plataforma Zoom.
📲 OS PAINÉIS SERÃO TRANSMITIDOS PELO YOUTUBE: ondasobservatóriodosaneamento

PROGRAMAÇÃO ATIVIDADES AUTOGESTIONADAS – FAMA 2022 BRASIL DAKAR
(clique para fazer download da grade

DIA 22/03 – terça-feira – MANHÃ

TÍTULO RESUMO RESPONSÁVEL PELA ATIVIDADE E ORGANIZAÇÕES PROPONENTES  LINK DE ACESSO
IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA ÁGUA E NA VIDA A nossa proposta se baseia em apresentações virtuais sobre a temática do agrotóxico, desde como chegam na água, até sobre legislações e que forma temos como alternativa ao uso destes venenos. Alexandra Penedo de Pinho  

Aliança pela Alimentação adequada e Saudável, Fórum Nacional de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos, Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas – FONASC, Fórum Baiano de Combate aos Agrotóxicos, Transgênicos e pela Agroecologia

dias 22, 23 e 24 de março das 10 hs às 11:30 hr BSB

https://actbr.org.br/

LIVES do empoderamento popular como estratégia de pesquisAÇÃO na luta pela Água como direito nas ARIS e ARISI do DF: Serão 3 LIVES(manhã, tarde e noite) produzidas com transmissão em rede com várias Rodas de Conversa em diferentes localidades onde o Projeto Vida & Água para ARIS e ARISI foram germinados numa estratégia de pesquisa-ação na luta pelo direito Universal à ÁGUA. Casa localidade tem um ponto de rede que envolve comunidade-escola pública- universidade. Cada ponto de rede de redes de movimentos locais que questionam os poderes constituídos e denunciam a situação de EMERGÊNCIA SANITÁRIA das comunidades por falta de acesso à água potável e tratada da CAESB (operadora do DF) como também a adoção de medidas de proteção dos corpos hídricos mais próximos dessas escolas identificando o tipo de ameaças que esses corpos d’água vem sofrendo. A ideia é dar encaminhamento em pautas de luta dessas Rodas de Conversa registradas por meio das LIVES referidas. 1) Universidade de Brasília – UnB por meio de: UnB/CEAM (NPH,NEAB, FE, FD, ICH, FS, FUP, ) Extensão: Vida & Água articulando redes e casas de empoderamento socioambiental nas ARIS (Polo da Estrutural; Vida & Água para Santa Luzia na Estrutural ;Vida & Água para os povos Kalungas do DF e Entorno; Polo Recanto das Emas; Vida & Água para o Recanto das Emas; Escolas Públicas de ensino fundamental do DF (CEF 02 – Estrutural, EC 01 Porto Rico, CEF04 Sobradinho, EC 66 Sol Nascente, Centro de Ensino Zilda Arns do Itapoã – CED do Vale do Amanhecer
2) Movimentos APIB – Associação do Povos Indígenas do Brasil, MST, Forum EJA, Centro Paulo Freire – CEPAFRE, CEDEP – Paranoá/Itapoã, Bumba meu Boi do Itapoá, Casa da Natureza – Sol Nascente, Movimento da Serrinha do Paranoá, Guardiões da Água, Movimento em defesa do Rio Melchior, Movimento em defesa do Córrego Sobradinho
3) Sindicatos SINPRO – Sindicato dos Professore do DF, SINDSEP – Sindicato dos Servidores Públicos do DF, SINDÁGUA – Sindicato dos Trabalhadores da Água do DF, ADUnB – Associação dos Docentes da Universidade de Brasília
4) Associações de Bairro: Associação dos Moradores do Condomínio Porto Rico – Santa Maria DF, MOPOCEM – Movimento por uma Ceilãndia Melhor,
5) Articulação Nacional: FONASC – Forum Nacional da Sociedade Civil. 
1a LIVE (das 9 às 12h), 2ª LIVE (das 14 às 16h) e 3ª LIVE (das 20 às 22h)

DIA 22/03 – terça-feira – TARDE

TÍTULO RESUMO RESPONSÁVEL LINK DE ACESSO
Grito da Água Grito da Água: contra privatização de nosso maior bem comum.

Este ano a tradicional manifestação do Grito da Água, que reúne organizações, movimentos e toda a sociedade que luta pela preservação da vida no planeta, acontece na Assembleia Legislativa, em virtude da votação da privatização da água no estado da Bahia prevista para este mesmo dia. 

Edmilson do SINDAE.SINDAE – Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente no Estado da Bahia A partir das 13:00h.Assembléia Legislativa do Estado da Bahia. 
Mananciais de São Leopoldo A SEMMAM está desenvoldo o trabalho de mapeamento dos recursos hídricos de São Leopoldo, tratando dos seus aspectos, através de Oficinas Tematicas, que contempla a parte teórica e a parte prática.
No dia 22/03, as 13:30h, haverá a saída de campo com visita ao Rio dos Sinos e aos arroios. 
Darci Zanini – SEMMAM São Leopoldo Presencial – São Leopoldo

13:30h, haverá a saída de campo com visita ao Rio dos Sinos e aos arroios.

Mais do que direito: a água como Bem Comum Em meio a realização do Fórum Mundial da Água e do Fórum Mundial Alternativo da Água, ambos em Dakar – Senegal, é necessário discutirmos sobre os desafios para a garantia da água como direito no Brasil. No âmbito do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia, que envolve pesquisadores da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, da Universidade Federal de Roraima e da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, com a cooperação acadêmica estabelecida com a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional, a oficina tem por objetivo: debater sobre a amplitude do conceito de Direito Humano e a importância do debate da Água como Comum para a disputa entre racionalidades distintas (privatizações x serviço público; contaminação das águas, terras e territórios x manutenção dos povos e comunidades tradicionais em suas águas, terras e territórios; água como propriedade e ativo financeiro x água como sagrado, alimento, saúde e fonte de vida). Por meio desta oficina, esperamos visibilizar a Cultura da Água e as diferentes perspectivas de relação dos povos com as águas fortalecendo a democracia da água. Caroline Rodrigues (FASE)

FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional
Grupo de Pesquisa “Estado, grupos econômicos e políticas públicas – ECOPOL/UNIRIO”
Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais da Universidade EStadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)
Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas territoriais e Sociedade na Amazônia da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA)
Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Fronteira da Universidade Federal de Roraima (UFRR)

15h às 16h30 

https://www.youtube.com/user/ONGFase

Água: Sujeito de direito da Comunidade de Vida ““Eu sou rio”, afirmou uma mulher indígena ao se posicionar sobre como, para seu povo, soa estranho falar da necessidade de reconhecer os direitos da natureza, dos rios, da água. Ela e seu povo são parte da Terra, e por isso tudo que se faz a ela é feito a nós também. Por ser parte dela, é claro também que cada pessoa e cada povo é água também. Só se existe como ser vivente porque a água, junto com o sol e uma infinidade de outros elementos, tornou a Terra um ser vivo e fonte de vida. Para que nós, seres humanos, tenhamos direito à água junto com todos os demais seres vivos, a Água precisa ser reconhecida como Sujeito de Direitos. Ao garantirmos os direitos da água, mantemos a possibilidade da vida”. Salette Aquino (mediadora) – URI/REDA

Rede Ecumênica da Água (REDA-Brasil) / Instituto Oca do Sol

14h 22/03

 

Exploração de petróleo e gás: uma ameaça para os Rios Amazonas e São Francisco O objetivo é expor e denunciar o grande risco que dois dos mais importantes rios brasileiros correm neste momento. Iremos preparar uma apresentação mostrando o avanço da indústria fóssil no estado do Amazonas e na Foz do Rio São Francisco. Também teremos relatos das comunidades que poderão ser impactadas por esse avanço indiscriminado. Ilan Zugman

Coordenação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas, Fórum dos Povos e Comunidades Tradicionais de Sergipe e 350.org

22/03 – 15h
Acesso a água e ao saneamento nas periferias: Tarifas, cortes e esgotamento sanitário O acesso a água e ao saneamento nas periferias está longe da universalização tão necessária para a saúde e qualidade de vida da população. Nas ocupações e loteamentos irregulares o acesso é dificultado e muitas vezes criminalizado. Onde há o serviço, o valor das tarifas dificulta o acesso, e a política de cortes, penaliza quem mais está precisando do serviço. Sem dúvidas um dos principais problemas de diversos bairros periféricos no Brasil é o esgotamento sanitário. A ausência deste traz como consequências, graves problemas de saúde pública. A partir desta constatação, propomos uma roda de diálogo e debate, para trazer luz a estes problemas tão evidentes e que trazem grande transtorno e exclusão para esta parcela da população que é a que mais precisa de serviços de saneamento ambiental nas cidades. Eduardo Cardoso

Central de Movimentos Populares e suas filiadas

22/03 – 14h
A REDA-Rede Ecumênica da Água, juntamente com a ÁGORA dos/das Habitantes da Terra, a APIB-Articulação dos Povos Indígenas e o Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental, participa ativamente das atividades do FAMA – Fórum Alternativo Mundial da Água/Brasil com uma atividade integrando a Programação central do FAMA e duas atividades autogestionadas. Neste contexto abordará temas importantes da atualidade:

22/03/2022 – 14:00hs

Água: Sujeito de direito na Comunidade de Vida  

YouTube: https://youtu.be/Fy1BLzpKPt0

23/03/2022 – 12h30hs

Mensagem das Águas do Brasil às Águas do Mundo

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=AWq4O2B3Qks

24/03/2022 – 12:30hs  

A Mística das Águas: as religiões e o cuidado das águas no planeta

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=UT-q98Ys4Ow

24/03/2022 – 18:30hs  

A Água nas Tradições Espirituais

YouTube: https://youtu.be/CgwKL_RVwsE

25/03/2022 – 14:00hs

100.000 jovens pela Água

YouTube: https://youtu.be/9oq9jcjZSz8

As cinco atividades serão transmitidas no canal: Youtube @ NEIR PUCPR

Venha conosco refletir e atuar em relação a este assunto vital para o planeta e a humanidade!

23/03 – Quarta-feira – Tarde

TÍTULO RESUMO RESPONSÁVEL PELA ATIVIDADE E ORGANIZAÇÕES PROPONENTES LINK DE ACESSO
Direito à água e saneamento nas comunidades no pós pandemia Direito à água e saneamento nas comunidades no pós pandemia Bartiria Lima/Getúlio Vargas Junior – CONAM – AIHUma oficina da CONAM e movimento comunitário, com presença de parceiros nacionais e internacionais sobre o direito à água e saneamento nas comunidades no pós pandemia 13h30 – dia 23/03

Zoom e facebook

facebook.com/conambrasil

Não Abrimos mão, Água é bem Comum. Audiência Pública “NÃO ABRIMOS MÃO, ÁGUA É BEM COMUM”. Marcelino Galo

Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia e SINDAE.

23/3 às 14:00h

https://www.facebook.com/fparlamentarbahia/

 

Observando os Rios – mobilizando a sociedade pelos rios do território O projeto Observando os Rios, desde 1993, tem mobilizado pessoas para se apropriarem do rio do bairro, da Cidade. A partir disso, começar a entender as dniâmicas do rio, sobre as políticas públicas, sobre organização local, fomento à melhoria da condição da qualidade do rio e, consecutiva, melhoria na vida da região. Atualmente a rede voluntária desse projeto conta com mais de 3.000 pessoas e acompanha a vida de mais de 250 rios no bioma Mata Atlântica. Cesar Pegoraro   

Fundação SOS Mata Atlântica

23/0314h30 às 16h30.

 

https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_MmVlYjBkY2ItMDYyNC00MDc2LTkxY2YtOTFkYzk3ZTQ2YzJi%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%22eca21afa-76d3-4442-acbd-54a5e5ee3661%22%2c%22Oid%22%3a%22f2dca64f-f6c0-45a7-9500-155bbc3c4cda%22%7d

DIA 24/03 – quarta-feira – TARDE

TÍTULO RESUMO RESPONSÁVEL PELA ATIVIDADE E ORGANIZAÇÕES PROPONENTES LINK DE ACESSO
Água como Direito Fundamental: o papel dos Observatórios  Roda de Diálogos com Redes, Coletivos e Organizações que coordenam ou trabalham na perspectiva  dos Observatórios tendo como eixo as lutas pela Água  Pedro Aranha 

REARJ – Rede de Educação Ambiental do Rio de Janeiro/REAZO – Rede de Educação Ambiental da Zona Oeste/ REABJ – Rede de Educadores Ambientais da Baixada de Jacarepaguá/ CLEMAARJ – Conferência Livre de Meio Ambiente e Agricultura do RJ/ Defensores do Planeta/ GEEMA- Grupo de Estudos em Educação e Meio Ambiente do RJ/ FBCN – Fundação Brasileira de Conservação da Natureza.

14h – 16h

Streamyard 

DIA 25/03 – sexta-feira – MANHÃ

TÍTULO RESUMO RESPONSÁVEL PELA ATIVIDADE E ORGANIZAÇÕES PROPONENTES LINK DE ACESSO
Privatização da água por Pequenas Centrais Hidrelétricas: lutas e resistências no Brasil O Brasil é o segundo maior produtor de energia hidrelétrica do mundo, ficando atrás apenas da China. Historicamente, o país é conhecido pela construção de grandes usinas, como Belo Monte e Itaipu, que além da alta produção de energia, também causaram – e continuam causando – consideráveis impactos sociais e ambientais. Com menos visibilidade, mas igualmente impactantes, as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) se espalham pelo território brasileiro sendo fortemente incentivadas pelo governo desde o início dos anos 2000. Ao ocupar bacias hidrográficas e rios menores, além dos impactos ambientais, como alterações hidrológicas, perda de hábitats e até mesmo extinção de espécies, a construção destas barragens também altera negativamente o meio social, dificultando o acesso à água na área de influência direta do empreendimento, impossibilitando a pesca e impedindo a realização de outras atividades econômicas menos impactantes, como ecoturismo e turismo de aventura.

Um mapeamento realizado em 2021 apontou que mais de 90% das pequenas centrais hidrelétricas em operação no Brasil são controladas pelo capital privado, incluindo multinacionais de países como China e Canadá. Enquanto os impactos e conflitos ficam em território brasileiro, sendo compartilhados com toda a sociedade, os lucros são privatizados e direcionados apenas aos acionistas destas grandes empresas, configurando uma clara relação de injustiça ambiental. Partindo deste contexto, o objetivo desta atividade é propor um debate sobre a expansão das PCHs em território brasileiro, tendo como questões norteadoras a privatização da água, o controle do território e os conflitos socioambientais. 
Ednilson Gomes de Souza Junior (Membro fundador da ONG REDItabapoana e Coordenador do Observatório de PCHs)

ONG REDItabapoana, Associação Angá, Rios Livres MG, Officina de Estudos do Patrimônio Cultural (UENF), ONG Caminhos da Serra, ONG Rio Pardo Vivo e Observatório de PCHs

Google Meet9h – 12h

25/03

LIVES do empoderamento popular como estratégia de pesquisAÇÃO na luta pela Água como direito nas ARIS e ARISI do DF: Serão 3 LIVES(manhã, tarde e noite) produzidas com transmissão em rede com várias Rodas de Conversa em diferentes localidades onde o Projeto Vida & Água para ARIS e ARISI foram germinados numa estratégia de pesquisa-ação na luta pelo direito Universal à ÁGUA. Casa localidade tem um ponto de rede que envolve comunidade-escola pública- universidade. Cada ponto de rede de redes de movimentos locais que questionam os poderes constituídos e denunciam a situação de EMERGÊNCIA SANITÁRIA das comunidades por falta de acesso à água potável e tratada da CAESB (operadora do DF) como também a adoção de medidas de proteção dos corpos hídricos mais próximos dessas escolas identificando o tipo de ameaças que esses corpos d’água vem sofrendo. A ideia é dar encaminhamento em pautas de luta dessas Rodas de Conversa registradas por meio das LIVES referidas. 1) Universidade de Brasília – UnB por meio de: UnB/CEAM (NPH,NEAB, FE, FD, ICH, FS, FUP, ) Extensão: Vida & Água articulando redes e casas de empoderamento socioambiental nas ARIS (Polo da Estrutural; Vida & Água para Santa Luzia na Estrutural ;Vida & Água para os povos Kalungas do DF e Entorno; Polo Recanto das Emas; Vida & Água para o Recanto das Emas; Escolas Públicas de ensino fundamental do DF (CEF 02 – Estrutural, EC 01 Porto Rico, CEF04 Sobradinho, EC 66 Sol Nascente, Centro de Ensino Zilda Arns do Itapoã – CED do Vale do Amanhecer
2) Movimentos APIB – Associação do Povos Indígenas do Brasil, MST, Forum EJA, Centro Paulo Freire – CEPAFRE, CEDEP – Paranoá/Itapoã, Bumba meu Boi do Itapoá, Casa da Natureza – Sol Nascente, Movimento da Serrinha do Paranoá, Guardiões da Água, Movimento em defesa do Rio Melchior, Movimento em defesa do Córrego Sobradinho
3) Sindicatos SINPRO – Sindicato dos Professore do DF, SINDSEP – Sindicato dos Servidores Públicos do DF, SINDÁGUA – Sindicato dos Trabalhadores da Água do DF, ADUnB – Associação dos Docentes da Universidade de Brasília
4) Associações de Bairro: Associação dos Moradores do Condomínio Porto Rico – Santa Maria DF, MOPOCEM – Movimento por uma Ceilãndia Melhor,
5) Articulação Nacional: FONASC – Forum Nacional da Sociedade Civil. 
1a LIVE (das 9 às 12h), 2ª LIVE (das 14 às 16h) e 3ª LIVE (das 20 às 22h)

DIA 25/03 – sexta-feira – TARDE

TÍTULO RESUMO RESPONSÁVEL PELA ATIVIDADE E ORGANIZAÇÕES PROPONENTES LINK DE ACESSO
Os Desafios brasileiros e Internacionais na luta contra a privatização do saneamento  Trata-se de atividade em formato de mesa redonda para debater os processos de privatizações no Brasil, na América Latina e no Mundo e os desafios na luta contra as privatizações e pela remunicipação dos serviços em especial de Água e Esgoto.

 

Fábio Giori Smarçaro / Denise Mota Dau

Federação e Confederação Nacional dos Urbanitários – FNU/CNU; Internacional de Serviços Públicos – ISP; Federação Nacional dos Trabalhadores em Água, Energia e Meio Ambiente – FENATEMA; Observatório Nacional Pelos Direitos a Água e ao Saneamento – ONDAS; Coletivo Nacional de Saneamento – CNS

13h30  25/03

zoom

As mudanças climáticas não são um problema do futuro distante. Seu legado é assustador e visível! Evidenciar o DESCASO das diferentes instâncias políticas e a AUSÊNCIA de governança do clima em nosso Estado e Cidades. A partir da catástrofe de Petrópolis -RJ, ocorrida no dia 15 de fevereiro deste ano, debatermos sobre a urgência de se desnaturalizar os desastres, cada vez mais frequentes e reincidentes. Também problematizaremos questões sobre a necessária CONEXÃO entre as políticas e as experiências comunitárias de gestão territorial para o enfrentamento dos desastres e da crise climática.   

FMCJS – Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental, Fundação Oswaldo Cruz – Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 – EFA 2030 e Centro de Estudos e Ecologia Humana CESTEH/ENSP/Fiocruz,  FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional, UMAS – União por Moradia e Aluguel Social – Petrópolis

. Bruno Araújo (FMCJS/Núcleo RJ) – Mediação e abertura (10 min)

. Sergio Portella (EFA 2030/Fiocruz) (15 a 20 min)

. Aércio Oliveira (Fase Rio) (15 a 20 min)

. Claudia Renata Ramos (UMAS) (15 a 20 min)

. Bruno Araújo (FMCJS/Núcleo RJ) – Mediação e fechamento (10 min)

Plataforma que será utilizada – https://www.facebook.com/fmclimatica e https://www.youtube.com/channel/UCSZ6rSsp7jmDZMnoPhP-7xg

Dia 25/03 

Horário –  13:30 – 15:30h

A Juventude pela Água (Projeto 100.000 jovens pela Água) Lançamento do projeto 100 mil jovens pela água pelo Fórum Mudanças Climáticas Justiça Socioambiental e ÀGORA Habitantes da Terra. Maíra Fernandes MeloRede Ecumênica da Água – REDA BRASIL / ÀGORA Habitantes da Terra / Fórum Mudanças Climáticas Justiça Socioambiental 14h
YouTube:
@NEIR PUCPR

 

DATA  A CONFIRMAR

Esta Mina é minha! Mapeamento das minas, olhos dágua e nascente nos territórios envolvendo os recursos do google maps. Maria Lina Aguiar

Movimento Venda Nova Sustentável

19h

Zoom

Possibilidades e conexões germinadas na resistência da cidade A proposta e dialogar com experiências de mulheres que estão na luta pelo direito a cidade que a pauta da água /saneamento surgiu nesse ciclo de pandemia.  Melayne Macedo Silva

Centro de Mulheres Vera Lucia

17h 
Observando os Rios – mobilizando a sociedade pelos rios do território O projeto Observando os Rios, desde 1993, tem mobilizado pessoas para se apropriarem do rio do bairro, da Cidade. A partir disso, começar a entender as dniâmicas do rio, sobre as políticas públicas, sobre organização local, fomento à melhoria da condição da qualidade do rio e, consecutiva, melhoria na vida da região. Atualmente a rede voluntária desse projeto conta com mais de 3.000 pessoas e acompanha a vida de mais de 250 rios no bioma Mata Atlântica. Cesar Pegoraro   

Fundação SOS Mata Atlântica

14h30 às 16h30

Teams

 

Saneamento ecológico e o direito humano à água O objetivo da atividade é discutir com moradores e turistas da região de Lumiar (distrito de Nova Friburgo, RJ) o panorama do saneamento básico na região e as formas alternativas de solucionar estes problemas. A região tem o turismo como principal atividade e boa parte dos rios e córregos estão contaminados pelo despejo inadequado de esgoto. Existem muitos sítios e pequenos aglomerados que são abastecidos de água de nascente e poderiam receber sistemas descentralizados de tratamento de esgoto, portanto a ideia da atividade é levantar interessados e iniciar um movimento pela melhoria da qualidade dos rios da região através dos sistemas descentralizados de tratamento de esgoto. Leonardo Adler / Taboa Engenharia 

Taboa Engenharia e Lasca Produções

Presencial. Lumiar, Nova Friburgo, Rio de Janeiro, RJ
A Água na Comunidade de Vida, Sujeito de Direito Discutir a água como sujeito de direito na legislação nacional e internacional e nas práticas da proteção das águas na sua multidimensionalidade.  Salette Aquino

Rede Ecumênica da Água – REDA BRASIL

Crisis del Agua, Defensa de Ríos y Pandemia camino al X Foro Social Panazmónico Foro Virtual con defensores/as de ríos amazónicos de Perú, Colombia y Brasil, enmarco del Foro Social Panamzónico y la crisis del agua en la Amazonia.  Gabriel Salazar B. Inciativa Defensores/as de Ríos del Foro Spocial Panamazónico.
Campaña por la Defensa del Derecho Humano al Agua en Colombia Es un webinar que se centra en la reflexión sobre el Derecho Humano al Agua, el saneamiento y tierra y territorio en Colombia. Visibiliza las resistencia de las comunidades, sus luchas, sus desafíos y alcances frente a esta problemática Nayhda França (FMCJS/Núcleo Rio)

Plataforma Colombiana de Derechos Humanos, Democracia y Desarrollo

Plataforma Zoom de origen con transmisiòn en 

Facebook live y Youtube

As mudanças climáticas não são um problema do futuro distante. Seu legado é assustador e visível! Evidenciar o DESCASO das diferentes instâncias políticas e a AUSÊNCIA de governança do clima em nosso Estado e Cidades. A partir da catástrofe de Petrópolis -RJ, ocorrida no dia 15 de fevereiro deste ano, debatermos sobre a urgência de se desnaturalizar os desastres, cada vez mais frequentes e reincidentes. Também problematizaremos questões sobre a necessária CONEXÃO entre as políticas e as experiências comunitárias de gestão territorial para o enfrentamento dos desastres e da crise climática.  Nayhda França (FMCJS/Núcleo Rio)

FMCJS – Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental, Fundação Oswaldo Cruz – Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 – EFA 2030 e Centro de Estudos e Ecologia Humana CESTEH/ENSP/Fiocruz, FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional, UMAS – União por Moradia e Aluguel Social – Petrópolis

https://www.facebook.com/fmclimatica e https://www.youtube.com/channel/UCSZ6rSsp7jmDZMnoPhP-7xg

 

Tecnologias sociais de enfrentamento às mudanças climáticas  Oficina de partilha de experiências de tecnologias sociais desenvolvidas no âmbito das organizações que fazem parte da Plataforma Mercosul Social e Solidário com o objetivo de gerar espaços virtuais de diálogo e sinergias com outros atores que atuam na construção da soberania e segurança alimentar e lutas em defesa da água nos territórios através de novas abordagens Maria do Socorro Oliveira

Plataforma Mercosul Social e Solidário – PMSS

Zoom 14h – 16h
Oficina: fome de água A ideia é promover um live sobre a implementação da terminologia Fome de água, proposta pelo Grupo de Pesquisa em Bioética Ambiental – PPGB – PUCPR Caroline Filla Rosaneli

Programa de Pós-graduação em Bioética

zoom

 

LIVES do empoderamento popular como estratégia de pesquisAÇÃO na luta pela Água como direito nas ARIS e ARISI do DF: Oficina de partilha de experiências de tecnologias sociais desenvolvidas no âmbito das organizações que fazem parte da Plataforma Mercosul Social e Solidário com o objetivo de gerar espaços virtuais de diálogo e sinergias com outros atores que atuam na construção da soberania e segurança alimentar e lutas em defesa da água nos territórios através de novas abordagens Maria do Socorro Oliveira
100 mil jovens pela água! O lançamento do Projeto 100 mil jovens pela Agua  é um convite  ao  engajamento dos jovens do Brasil e do mundo na defesa  das águas . 

 A dinâmica será a partilha da construção e organização do movimento  100 mil jovens pela Agua envolvendo redes de redes de jovens nesta ação. A ação coordenada pela Agora dos /das Habitantes da Terra  desenvolverá  metodológias a serem replicadas ao longo do processo e do movimento em 2022. Nesta mesa os diálogos para  refletir e propor como atuar em rede de redes neste assunto vital para o planeta e a humanidade!

Consolacion Udry  será a mediadora e responsável pela conduçao da mesaREDA/Brasil – ÁGORA dos/das habitantes da Terra– APIB-Associação dos Povos  Indigenas do Brasil  –– Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socio-Ambiental; Instituto Calliandra   14h A plataforma utilizada será Youtub @ NEIR PUCPR


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1 comentário em “Programação das atividades autogestionadas do FAMA Brasil/Dakar 2022”

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